E ando aqui de novo
por esta velha estrada
onde vi aquela imagem
nas grades da tua morada
E tua lágrima correu depressa
de tuas pálpebras envelhecidas
nao houve beijo em minha testa
qualquer palavra ou despedidas...
E como chamam de 'parlatório',
aquele lugar infernal?
não há ato tão retórico,
quanto a falta de moral.
E aquela antiga promessa
de não te fazer sentir dor
Esta guardada nas arestas
do meu estreito corredor.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Irredutíveis Verdades
Estes lamentáveis desertos
Que tens em teus cabelos
Tantos parágrafos incertos
Guardados sem nenhuma zelo
Me faz sorrir dormindo
A lembrança das tuas pernas
encaixadas em meu quadril
Mas que luxúria tão terna!
Me deixa apagar o cigarro
Nas tuas bochechas rosadas
A tua ingenuidade meu caro
Apenas me traz boas risadas,
Me faz sentir tanta pena, pequeno
A tua boba esperança
De acreditar no meu 'te amo'
Como os olhos de uma criança,
Eu mesmo assim, não entendo, ''mi corazón'
Porque tua hipocrisia tanto me fascina...
Vá tirando teus lábios dos meus,
Eu nunca serei a tua menina.
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